DIA 28 DE ABRIL – GREVE GERAL DE TODOS OS TRABALHADORES CONTRA AS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA

DIA 28 DE ABRIL – GREVE GERAL DE TODOS OS TRABALHADORES CONTRA AS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA

A greve nacional de sexta, 28 de abril, contra as reformas do governo e em defesa dos direitos não é de uma única categoria, de um único sindicato. A grande mobilização nacional é de todas as categorias profissionais, seus sindicatos, federações, confederações, é de todas as Centrais Sindicais unidas, que estão mobilizando suas bases, se aliando nessa luta.

O SINTEPAV-CE convoca a todos os trabalhadores para se unirem em defesa dos nossos direitos. Nossa sede e subsedes não terão atendimento nesse dia. Estaremos todos juntos nas ruas lutando contra as reformas do governo.

Junte-se à nós. Essa luta é também sua!

Desvio da CE-163 no município de Trairi ainda não foi concluído pelo Departamento Estadual de Rodovias

Desvio da CE-163 no município de Trairi ainda não foi concluído pelo Departamento Estadual de Rodovias

Rodovia é o principal acesso para as praias de Flecheiras e Guajiru.

Ainda não foi concluído o desvio da CE-163, no município de Trairi, Litoral Oeste do Ceará. A previsão era que o desvio ficasse pronto no fim da tarde desta terça-feira (25), mas o Departamento Estadual de Rodovias (DER), informou que a quantidade de água que passa pelo local tem dificultado os trabalhos.

As equipes do órgão estão lá desde sábado (22). Segundo o DER, funcionários do órgão estão fazendo o desvio para garantir o acesso às praias de Guajiru e de Flecheiras.

Por enquanto, as pessoas só chegam a esses locais através da faixa de areia, quando a maré está baixa. A CE-163 partiu em dois pontos quinta-feira (20), depois que um açude particular rompeu a barragem. Para recuperar a rodovia, o DER disse que deve demorar cerca de quarenta dias.

Fonte: G1
http://g1.globo.com/ceara/noticia/desvio-da-ce-163-no-municipio-de-trairi-ainda-nao-foi-concluido-pelo-departamento-estadual-de-rodovias.ghtml

Tribunal suspende licitação do último trecho da transposição do São Francisco

Tribunal suspende licitação do último trecho da transposição do São Francisco

Desembargador do TRF-1 concedeu liminar a concorrente que argumentou que vencedor da licitação foi consórcio cuja proposta era a de maior preço.

Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) concedeu nesta terça-feira (25) uma liminar (decisão provisória) que suspende a licitação do último trecho da transposição do rio São Francisco.
O desembargador Souza Prudente atendeu ao pedido de um dos consórcios que participaram da licitação. Esse consórcio argumentou que a proposta vencedora era mais cara.

Além disso, empresas questionaram uma mudança no edital do Ministério da Integração Nacional que fez com que fossem eliminadas do processo, sob a justificativa de falta de capacidade técnica.
A Advocacia Geral da União (AGU) e o Ministério da Integração serão notificados da decisão judicial. O ministério informou que vai recorrer, assim que receber a notificação.

A Construtora Passarelli, que apresentou a proposta mais barata, questionou a decisão na Justiça porque entende que tem todas as capacidades técnicas para a realização da obra.
A empresa afirma que “tem atestados de capacidade técnico-operacional que comprovam a experiência na atividade exigida, todavia não foram aceitos apenas em razão da vedação” de um item do edital que, segundo a construtora, não deveria ser considerado para rejeitar a proposta.

Para o Ministério da Integração, porém, as exigências técnicas que a construtora não têm são exigidas pelo governo federal desde 2011, o que, segundo a pasta, inviabiliza a contratação da Passarelli para a realização da obra.
O ministério diz ainda que “uma proposta mais vantajosa financeiramente não significa a proposta mais adequada para uma licitação”.

“Na verdade, algumas empresas foram inabilitadas porque a montagem de uma série de bombas de pequeno porte em uma mesma estrutura, mesmo alcançada a vazão mínima exigida no edital, não significa a mesma expertise necessária para a montagem individual de uma bomba de grande porte, cuja logística de transporte, montagem, comissionamento e operação é mais complexa”, explicou a pasta.

Na decisão judicial, o desembargador federal Souza Prudente afirma que “em princípio, o consórcio formado pelas empresas” que solicitaram a suspensão da licitação “teria comprovado, satisfatoriamente a sua capacidade técnico-operacional, não se justificando, assim, a sua eliminação precoce do certame”.

“Com estas considerações, defiro o pedido de efeito suspensivo formulado na inicial, para determinar a suspensão do procedimento licitatório em referência, até ulterior deliberação judicial”, conclui o desembargador.

Fonte: G1
http://g1.globo.com/politica/noticia/tribunal-suspende-licitacao-do-ultimo-trecho-da-transposicao-do-sao-francisco.ghtml